segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Solidão pode ser um sinal de depressão


    Até o ano 2020, a depressão será a doença com o segundo maior número de ocorrências no mundo inteiro, superado apenas pelos problemas cardíacos. A depressão é um quadro que abrange o organismo todo, que compromete o orgânico, o afeto e o pensamento, e que altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afeta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas, sendo um dos principais sintomas, a solidão, ou o isolamento social, tema que será apresentado nesse artigo.   
     A solidão é uma manifestação humana que considero de extrema preocupação, dado ao sofrimento que a pessoa sente, ao ver-se, ainda que fantasiosamente, sozinha no mundo. Essa percepção de solidão pode referir-se aos amigos, à família, ambiente de trabalho, enfim, a todas as situações onde, havendo a possibilidade da interação social, o depressivo não a vivencia, acabando por ser inundada pelo sentimento de estar só, no caso em que me refiro, à perda das relações interpessoais. Para melhor compreender o conceito de solidão, Gomes (2001) tenta defini-la em termos sociológicos, de acordo com os quais é subproduto da construção social do indivíduo. Ao afirmar sua individualidade, o homem afirma também a fragmentação do universo social e o isolamento do outro. 
    Esse isolamento, porém, pode tornar-se insuportável e gerar a tentativa de ser superado por meio da relação interpessoal. Do ponto de vista sociológico, a solidão é, assim, o resultado da produção social de um homem "egocentrado", individualista, narcisista. Na visão psicológica, a solidão caracteriza-se pela falta de afetos do outro e está intimamente relacionada com o sentimento, com a sensação de se estar só. A outra pessoa, mesmo estando próxima geograficamente, não é percebida como um ser que realiza a aproximação psicológica, logo, é visto como aquele a quem falta interação e comunicação emocional. É importante considerarmos, também, que os tempos atuais, marcados por grandes avanços científicos e tecnológicos e pela expansão dos meios de comunicação, tem gerado uma crescente solidão no ser humano haja vista que esta comunicação está altamente comprometida devido ao estilo de vida individualista e consumista. Assim, a solidão assume uma posição de relevância entre os mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem. 
    O mundo da tecnologia e da crescente expansão dos meios de comunicação tem, cada vez mais, produzido indivíduos solitários. O desenvolvimento tecnológico, com suas extraordinárias potencialidades de humanização e de socialização, contrapõe-se à crescente solidão e ao individualismo gerados nas relações sociais. O individualismo narcisista aparece como sintoma social nas sociedades ocidentais contemporâneas e produz a solidão, a sensação de vazio, de falta, no homem: A falta ou, melhor dizendo, a suposta falta, levará a comportamentos de compensação ligados ao consumo, tais como comprar e comer. Trata-se de ingerir, de se completar, de tentar preencher o que falta, ou o vazio, gênese da baixa auto-estima de um mundo individualista que dá lugar à solidão. Além disso, há a “revolução sexual”, onde a troca sistemática de parceiros pode esconder uma comunicação humana de muito desespero e solidão, tornando a busca do encontro sexual uma necessidade obsessiva de alimento contra o vazio, no que denomina 'os viciados em amor', gerando a robotização da sexualidade com graves prejuízos emocionais.    E como escapar da solidão? A psicoterapia é um poderosa via para isso pois mostra-se como uma oportunidade de usá-la como recurso poderoso, capaz de fazer a pessoa entrar em contato consigo mesmo para, a partir daí, amadurecer e melhorar significativamente seus relacionamentos. Confronta-se a solidão desenvolvendo os recursos interiores, a força e o senso de direção, usando-os como base de um relacionamento significativo com outros seres humanos. Os indivíduos “artificiais” tornam-se cada vez mais solitários, por mais que se apóiem nos outros, pois gente vazia não possui a base necessária para aprender a amar.  
    A psicoterapia também pode ajudar a pessoa a reverter alguns traços muito comuns da depressão: imagens negativas sobre si próprio, sentimentos negativos em relação ao futuro e baixa auto-estima. O estabelecimento de uma relação psicoterapêutica de suporte é habitualmente crucial, inclusive no tratamento dos doentes psiquiátricos, independentemente do seu diagnóstico. Mas atenção: não há "técnicas milagrosas"! A psicoterapia demanda um tempo pois considera o real potencial e o gênio inato de cada um. Na terapia, o processo de crescimento deve ser consistente. Deve-se preencher os buracos da personalidade para torná-la novamente inteira e completa, estimulando-se uma maior auto-aceitação e o processo de crescimento humano. De modo bastante simplório, podemos dizer que a psicoterapia é um ginástica para a alma, que dentre os seus benefícios, está o fortalecimento das condições individuais para a melhoria das relações sociais e, por conseguinte, do desaparecimento da sensação de solidão. 

domingo, 24 de agosto de 2014

O que são sentimentos?

    Sentimentos são o que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam. Por exemplo, medo é uma informação de que há risco, ameaça ou perigo direto para o próprio ser ou para interesses correlatos.
    A empatia é informação sobre os sentimentos dos outros. Esta informação não resulta necessariamente na mesma reação entre os receptores, mas varia, dependendo da competência em lidar com a situação, e como isso se relaciona com experiências passadas e outros fatores.
    O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções.            A medicina, biologia, filosofia , matemática e apsicologia estudam o sentimento humano.
Atualmente o termo sentimento é também muito usado para designar uma disposição mental, ou de propósito, de uma pessoa para outra ou para algo. Os sentimentos assim, seriam ações decorrentes de decisões tomadas por uma pessoa.
Por exemplo, o amor não é o conjunto de emoções (sensações corporais) que a pessoa sente por outra ou algo, mas o ato de sempre decidir pelo bem ou a favor de outro ou algo, independente das circunstâncias. As sensações físicas sentidas surgem como conseqüência da decisão de amar. Este sentimento é chamado por muitos estudiosos como ágape, ou amor ágape. Já as sensações que a atração física que uma pessoa sente por outra produzem em alguém, não podem ser chamadas de amor, ou de algum tipo de sentimento, mas apenas emoções (sensações corporais), conseqüentes do instinto que levou essa pessoa a sentir atração física pela outra.
Nesta concepção, um sentimento é uma decisão (disposição mental) que alguém toma em sua mente, ou alma, ou espírito, a respeito de outrem ou algo. Por este conceito, toda e qualquer palavra que denota emoções quando usada, pode ser classificada como sentimento quando se refere a algo que podemos ou não escolher fazer (se é um ato pode-se cometê-lo ou não, não é um instinto fora do controle da consciência) ou seja, que possua uma forma verbal. Exemplos:
  • Amor - Amar (pode-se ou não cometer o ato de amar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Ódio - Odiar (pode-se ou não cometer o ato de odiar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Alegria - Alegrar (pode-se ou não cometer o ato de alegrar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Tristeza - Entristecer (pode-se ou não cometer o ato de entristecer, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • e outros...


Estes sentimentos (estas decisões ou disposições mentais) porém, vão promover emoções no corpo que, estas sim, serão sentidas. Por isso, uma pessoa que ama outra, por haver tomado essa decisão de amar essa outra, mesmo depois de sofrer algum mal cometido pela pessoa amada, pode continuar amando-a, muitas vezes sem entender como pode amar ao mesmo tempo que sente a emoção característica do momento da ira, ou da dor da traição, ou alguma outra emoção que, racionalmente, poderia conduzir a pessoa que ama a querer deixar de amar.
Um problema que pode confundir o entendimento nesta concepção do que é sentimento, é o fato de que, geralmente, os nomes usados pra se referir a um sentimento, também são os mesmos usados pra se referir às emoções mais características destes mesmos sentimentos.





Combatendo a solidão

Como combater a solidão
    Todos nós já experienciamos a solidão. Existem períodos particulamente propicios que nos relembram a nossa solidão, tais como: O período das férias, o dia dos namorados e durante períodos de muito stress. A solidão faz parte da vida, mas quando é muito intensa torna-se disfuncional. Muitas pessoas não encontram estratégias para sair deste estado. A solidão pode afectar as pessoas de muitas maneiras: 
    Dor Física - Os estudos indicam que existem semelhanças entre as áreas do cérebro relacionadas com as emoções provocadas pela exclusão social e a dor física, o que ajuda a perceber cientificamente a explicação romantizada do "coração partido" e da dor interna.
    Depressão - Estudos revelam que as pessoas sozinhas apresentam maior número de síntomas depressivos. As pessoas sozinhas e deprimidas experiênciam menores competências sociais para criar laços. Os estudos apontam para uma estreita ligação entre a depressão e a solidão, cada uma alimentado a outra.
    Saúde Física - Estudos apontam para uma redução da saúde física e do bem-estar nos sujeitos vítimas de solidão. Estes também apresentam maior vulnerabilidade ao aparecimento de doenças. O seu sistema imunitário está mais frágil.
    Aqui ficam algumas ideias sobre o que fazer perante a solidão:
    Entre num grupo - Poderá ser um grupo ligado às artes ou ao desporto, ou um grupo comunitário. Entrar num grupo imediatamente conduz a uma integração num conjunto de pessoas que partilham interesses comuns. Poderá trazer um sentimento de pertença. A integração num grupo e o convívio com outras pessoas estimula a criatividade, poderá ser algo que o faça desejar o dia seguinte, ajudando a combater a solidão.
    Faça voluntariado - Tornar-se voluntário por uma causa em que acredita poderá trazer elevados beneficios. Conhecer outras pessoas, fazer parte de um grupo, criar novas experiências. Praticar e sentir o altruismo poderá trazer outro sentido à sua vida, o que contribuirá para aumentar a sua felicidade e o seu bem-estar, diminuindo a solidão. Trabalhar com os outros mais desfavorecidos pode fazer olhar para a sua vida e para as possibilidades que tem com outros olhos.
    Procure suporte virtual - Cada vez mais o facebook, e outros portais virtuais têm o condão de dinamizar e fazer crescer as suas relações sociais. Existem muitas pessoas online na mesma situação que você e que estão desejosas que entre em contacto com elas. Existem pessoas com boas intenções que também procuram criar relações, criar laços, criar amizades ou relações amorosas e que procuram o veículo virtual.
    Invista nas suas relações sociais - Certamente tem pessoas na sua vida que talvez conheça mal, que ainda sejam apenas conhecidos, mas que sempre teve curiosidade de os conhecer melhor. Também poderá investir nas suas relações familiares e torná-las mais profundas e íntimas. Ligue mais aos seus amigos! Hoje em dia, existem serviços de operadores de telemóvel que permitem ligações muitssimo baratas. Invista nas suas relações! Convide os seus amigos para sair! Organize jantares de amigos que tragam dois amigos, dinamizando os encontros sociais e tornando-os fontes de novidade constante.
    Compre um animal de estimação - Os cães e os gatos, em especial podem trazer vários beneficios e um deles é a prevenção da solidão. Cuidar de um animal reúne principios de altruismo e de companheirismo. Passear um cão leva a comportamentos espontãneos de pessoas que passeiam e que afagam o animal e podem meter conversa consigo, sejam eles pessoas com ou sem animal de estimação. Os animais permitem dar amor incondicional, que poderá ser um extraordinário trunfo para vencer a solidão.
    Faça psicoterapia - A psicoterapia tem inúmeras vantagens. Permite criar uma relação de confiança e de exposição da sua intimidade com alguém que o ouve atentamente, com atenção plena e com genuina empatia. Estes elementos são muito reconfortantes para uma pessoa que sofra de solidão. Além de promover este conforto a terapia fornece uma série de estratégias para sair da solidão e reencontrar o seu bem-estar. 
Os grupos terapêuticos são óptimas soluções para combater a solidão. Fornecem uma série de ferramentas importantes para vencer a solidão, desenvolvem competências sociais fundamentais para reconstruir laços, permitem trabalhar e treinar competências sociais através de exercicios de simulação com outras pessoas em situações idênticas, sempre sob o olhar atento e profissional de um ou mais psicoterapêutas. Aproveito para recordar que a Oficina de Psicologia tem à sua disposição grupos terapêuticos para lidar com a depressão e a ansiedade social que muito o poderão ajudar!

    Autor: António Norton

Caso de mortes por solidão

    No Japão 15,6 mil idosos morrem de solidão por ano.
    Dos 126,8 milhões de habitantes do Japão, 23% têm mais de 64 anos, o que converte o país no lar de idosos do mundo.    O Japão tem 200 mil trabalhadores na área de enfermagem, voltados para home care (acompanhantes para idosos).    O número é deficitário e os prognósticos indicam que, até 2025, o pais terá déficit de 1,27 milhão profissionais de saúde para idosos.    Os dados oficiais mostram crescentes casos de mortalidade na solidão na terceira idade, isto é, pessoas com mais de 65 anos que morrem sozinhas e cujos corpos são encontrados vários dias depois.    Atualmente, 15.600 pessoas morrem por ano na solidão, segundo a companhia de seguros Instituto Nissey Research.    O governo japonês tenta de tudo para resolver o problema.    Há dois anos, por exemplo, exige das empresas que contratam estrangeiros para cuidar de idosos pagamento de salário a estrangeiros igual aos pagos aos trabalhadores japoneses.No contexto dos vários acordos de associação econômica, os estrangeiros, no Japão, recebem visto de três anos para preparar-se para um exame que os capacitem a cuidar de idosos.    Sendo aprovados, têm a possibilidade de permanecer no país de forma indefinida.    “O problema é que o japonês não tratam os estrangeiros como pessoas com direitos próprios de residência. É uma mostra da discriminação contra estrangeiros, profundamente enraizada no Japão”, apontou Manabu Shimasawa, especialista em imigração da Universidade de Akita.    Está em debate a criação de um imposto de bem-estar a ser cobrado do japonês para cobrir as crescentes necessidades sociais e médicas.    Além disso, está no auge nova tecnologia para a terceira idade, incluídos robôs funcionais que podem falar e dar de comer às pessoas.    “De todo modo, os idosos precisam da mão carinhosa que um profissional de enfermagem estende-lhe para ajudá-los a levar uma vida emocional e fisicamente estável”, ressaltou Asato.

Solidão pode se tornar uma doença?

Solidão pode virar doença e levar à morte

    Assim como a depressão, sentimento é capaz se instalar permanentemente e trazer consequências físicas.
    Segundo a psicóloga Simone Freitas, da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, a solidão pode, sim, se tornar uma doença. “A solidão por si só é um sentimento, mas, caso se torne permanente e contínuo na vida de alguém, pode virar uma doença, assim como a depressão”, esclarece.
    Ela explica que é possível que uma pessoa se sinta solitária mesmo estando rodeada de amigos, por não se sentir compreendida ou por acreditar que não recebe apoio emocional. Essa sensação pode ser desencadeada por diversos fatores, como dificuldades no trabalho e na vida pessoal, doença, perda de um ente próximo, etc
 "A solidão se torna uma doença a partir do momento em que a pessoa se isola, não tem mais vontade de fazer as coisas que fazia antes, chora muito, não quer falar sobre seus sentimentos, não sente confiança em ninguém e pode, inclusive, ter pensamentos suicidas”, descreve Simone. A doença pode, inclusive, ser indício de depressão.
    Os sinais aos quais familiares e amigos devem estar atentos são demonstrações de desesperança, baixa autoestima, tristeza, perda de apetite ou fome excessiva, insônia ou hipersonia, desânimo e apatia. O maior risco é o suicídio, uma vez que o paciente chega a tal ponto que não vê mais sentido na vida e sente que não há outra saída.
    “A família pode ajudar tentando conversar e entender, mas sem julgar”, diz a psicóloga. “A sensação muitas vezes é permanente e não diminui facilmente, ou então surge em alguns momentos específicos. Por isso, as pessoas mais próximas devem tentar convencer o paciente a procurar um especialista, pois essa é a única forma de diminuir o sentimento de solidão”, recomenda.
    O tratamento envolve um profissional psiquiatra, para tratar os sintomas com medicamentos, e um psicólogo, que deve ajudar o paciente a reorganizar seus pensamentos e aliviar os sentimentos negativos.

O que é depressão?

Depressão é um estado de humor depressivo e aversão à atividade que pode afetar os pensamentos, comportamentos, sentimentos e sensação de bem-estar de uma pessoa. As pessoas deprimidas podem sentir-se tristes, ansiosas, vazias, desesperadas, preocupadas, impotentes, inúteis, culpadas, irritadas, magoadas ou inquietas. Eles podem perder o interesse em atividades que antes eram prazerosas, podem perder o apetite ou comer demais, apresentam problemas de concentração, para lembrar detalhes ou tomar decisões, e podem contemplar ou tentar suicídio. Problemas de insônia,  sono excessivo, fadiga, perda de energia, sofrimento, dores ou problemas digestivos resistentes a tratamento também podem estar presentes.

O que é solidão?

Solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento. A solidão é mais do que o sentimento de querer uma companhia ou querer realizar alguma atividade com outra pessoa não por que simplesmente se isola mas por que os seus sentimentos precisam de algo novo que as transforme.

Causas comuns

As pessoas podem sentir solidão por muitas razões e muitos eventos da vida estão associados a ela. A falta de amizades durante a infância e adolescência ou a falta de pessoas interessantes podem desencadear não só a solidão, mas também a depressão e o celibato involuntário. Ao mesmo tempo, a solidão pode ser um sintoma de um outro problema social ou psicológico, que deveria ser tratado.
Muitas pessoas passam pela experiência da solidão pela primeira vez quando são deixadas sozinhas quando crianças. É um pensamento muito comum, embora temporário, em consequência de um divórcio ou a perda de algum relacionamento afetivo de longa duração. Nesses casos, a solidão pode ocorrer tanto por causa da perda do outro indivíduo quanto pelo afastamento do círculo social do qual ambos faziam parte, causado pela tristeza associada ao evento.
A perda de alguém significativo na vida de uma pessoa tipicamente provoca um período de lamentação, onde o indivíduo sente-se sozinho mesmo na presença de outros. A solidão pode ocorrer também após o nascimento de uma criança, um casamento ou outro evento socialmente disruptivo, como a mudança de um estudante para um campus universitário. A solidão pode ocorrer dentro de um  casamento ou relacionamentos íntimos similares quando há raiva, ressentimento ou quando o amor dado não é correspondido. Pode também representar uma disfunção de comunicação. Aprender a lidar com mudanças de estilos de vida é essencial para superar a solidão.